Professores: Asta Drevs Miorança,
Flávia Garcia Fernandes, Graciela P. Oliveira,
Manoele Wildner, Roberta Kuhn Fuhr, Sérgio Roberto Santos.
A criança de seis anos está em fase de transformações psicológicas, físicas e sociais. Apresenta conflitos emocionais de impulsividade, compulsividade e instabilidade. Precisa de orientações diante das oscilações de humor e mediação para a convivência social.
Com seis anos, a criança interage com o mundo, tornando-se cognitivamente capaz de formar suas próprias hipóteses.
É nesta idade, que a criança começa a ter acesso, segundo a suas capacidades, a linguagem escrita, não podendo separar-se da ludicidade. O desenvolvimento da escrita pode e deve ser trabalhado por meio de estratégias que respeitem as características desta idade, os limites do seu cipó, dando direito de viver a infância.
Ao brincar, a criança de seis anos cria uma situação imaginária, conhece um nível mais elevado da sua idade cronológica, da sua conduta diária, ultrapassando suas capacidades imediatas, aprendendo de forma ampla, prazerosa e crítica.
Os educadores Montessori e Vygotski defendem que a aprendizagem da leitura e da escrita ocorrem de maneira mais significativa quando ocorrem forma lúdica e interativa. É desta forma que o trabalho com crianças de seis anos de idade deve ser conduzido na Rede Municipal de Augusto Pestana.
Referência: Ministério da Educação/ Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Concepções e Orientações Curriculares para a Educação Básica. Coordenação Geral de Ensino Fundamental. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos: orientações para o trabalho com a linguagem escrita em turmas de crianças de seis anos de idade. Francisca Izabel Pereira, Mônica Correia Baptista e Sara Mourão Monteiro (orgs). Belo Horizonte: UFMG/FaE/CEALE, 2009.
terça-feira, 20 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
VISITA DO COELHO DA PÁSCOA NA E.INFANTIL EM AUGUSTO PESTANA
Pela Secretaria de Educação, Augusto Pestana.
A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em uma sepultura, onde ali ficou, até sua ressurreição, realizada no terceiro dia após sua morte. Muitos são os símbolos desta festa: a vela, representando a ressurreição como uma vitória; o peixe, como um dos mais antigos símbolos cristãos, lembrando que somos “peixinhos de Cristo”, vivendo à partir da água batismal e vivendo mergulhados na graça divina; o cordeiro, representando Cristo que morreu para salvar os pecados da humanidade, já que os judeus do período a.C. sacrificavam estes animais em um ritual como sinal de pedido de perdão a Deus pelos pecados; o ovo, que aparentemente morto, rompe barreiras externas e representando a ressurreição e o coelho, representando a fecundidade da instituição cristã, com seus muitos “filhos”.
As escolas da Rede Municipal de Educação de Augusto Pestana estão procurando trabalhar o verdadeiro sentido da páscoa: ressurreição, vida, reflexão, combinando com a alegria e fantasia de sonhar com alguns destes símbolos na Infância. Neste sentido, no dia 24 de março, as escolas E.M.E.I. Estrelinha Dourada e E.M.E.I. Turma da Esperança receberam a visita do Coelho da Páscoa.
As crianças da Educação Infantil receberam a visita do Coelho com muita euforia, trocando segredos e realizando até mesmo pedidos a este personagem que além de simbolizar a vida, desperta a imaginação e a alegria nesta festa cristã.
Abertura do ano letivo
No dia 18 de fevereiro, quinta-feira, ocorreu a primeira reunião de professores e funcionários da Rede Municipal de Ensino, na Prefeitura.
O grupo foi prestigiado pela manhã com a presença do palestrante Professor João Pedro, o missionário de Passo Fundo, que provocou uma reflexão emocionante sobre a importância da vida, da família, da escola como instituição social e da função do educador.
O Professor João Pedro enfatizou a importância da disciplina na educação, que dá segurança aos alunos e permite uma boa convivência social. Lembrou a importância do professor como ser atuante, autônomo e atualizado no mundo globalizado atual. Com frases fortes como “Eu nasci para ser feliz”, “Crie qualidades para você”, “O segredo da vida não é quanto você ganha, mas quanto você gasta”, “Justificar o seu erro não adianta! Resolva o problema e não erre mais”. O palestrante salientou também o amor ao que se faz no trabalho, o amor ao lugar onde moramos e ao nosso lar como estratégias espirituais para a construção da felicidade.
Durante a tarde os professores planejaram novidades para o ano letivo e foi lançado oficialmente o Projeto de Leitura para o ano de 2010, visando incentivar os alunos da rede municipal a lerem e escreverem mais. Os alunos retornam das férias no dia 22 de fevereiro, segunda-feira.
O grupo foi prestigiado pela manhã com a presença do palestrante Professor João Pedro, o missionário de Passo Fundo, que provocou uma reflexão emocionante sobre a importância da vida, da família, da escola como instituição social e da função do educador.
O Professor João Pedro enfatizou a importância da disciplina na educação, que dá segurança aos alunos e permite uma boa convivência social. Lembrou a importância do professor como ser atuante, autônomo e atualizado no mundo globalizado atual. Com frases fortes como “Eu nasci para ser feliz”, “Crie qualidades para você”, “O segredo da vida não é quanto você ganha, mas quanto você gasta”, “Justificar o seu erro não adianta! Resolva o problema e não erre mais”. O palestrante salientou também o amor ao que se faz no trabalho, o amor ao lugar onde moramos e ao nosso lar como estratégias espirituais para a construção da felicidade.
Durante a tarde os professores planejaram novidades para o ano letivo e foi lançado oficialmente o Projeto de Leitura para o ano de 2010, visando incentivar os alunos da rede municipal a lerem e escreverem mais. Os alunos retornam das férias no dia 22 de fevereiro, segunda-feira.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
ABERTURA DO ANO LETIVO COM PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL- 2010
No dia 18 de fevereiro, quinta-feira, ocorreu a primeira reunião de professores da Rede Municpal de Educação de Augusto Pestana.
O grupo foi prestigiado pela manhã pelo palestrante Prof. João Pedro Dallezotte, missionáio de Passo Fundo, que provocou uma reflexão emocionante sobre a importância da vida, da família, da escola como instituição social e da função do educador.
O Professor João Pedro enfatizou a importância da disciplina na educação, que dá segurança aos alunos e permite uma boa convivência social. Lembrou da impotância do professor como ser atuante, autônomo e atualizado no mundo globalizado atual. Com fases fortes como "eu nasci para ser feliz", "crie qualidades para você", "o segredo da vida não é o quanto você ganha mas quanto você gasta", "justificar o erro não adianta, adianta; resolva o problema e não erre mais". O palestrante saliento estratégias para a construção da felicidade: o amor que se faz no trabalho, o amor a cidade e o amor a família.
Durante a tarde os professores planejaram novidades para o ano letivo e foi lançado oficialmente o Projeto de Leitura para o ano de 2010, visando incentiva os alunos a ler e escrever mais. Os alunos retornaram das férias no dia 22 de fevereiro, segunda-feira.
Augusto Pestana, 18 de fevereiro de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
A pipoca que somos
A pipoca e um milho mirrado e subdesenvolvido. Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos milhos graúdos parecessem aquelas espigas maiores, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a idéia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos. Havendo fracassado a experiência com água, tentou a gordura. O que aconteceu, ninguém jamais poderia ter imaginado. Repentinamente, os grãos começaram a estourar, saltaram da panela com enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros, quebra-dentes, se transformaram em flores brancas e macias que até crianças podiam comer.
Mas transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passam pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem.
Na simbologia cristã, o milagre do milho de pipoca pode ser representado pela morte e ressurreição de Cristo. A ressurreição é o estouro do milho da pipoca. É preciso deixar ser de um jeito para ser de outro.
Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando com os piruás com os paulistas, descobrem o que eles ignoram o que seja. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. Mas acho que o poder metafórico dos piruás é muito maior. Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não podem existir coisas mais maravilhosas do que o jeito delas. Ignoram o dito de Jesus: “Quem preservar sua vida, perdê-la-á”. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não se transformam na flor branca macia. Não vão dar alegria pra ninguém. Terminando o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
(Texto extraído de “O amor que acende a lua”, de Rubens Alves).
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